A velha e a coruja.
Gosto de pensar que isso é apenas uma historia que meus avôs me contavam quando eu ia passar a noite na casa deles. Na verdade ficaria muito feliz se fosse isso.
Sempre amei as férias de verão para pode passar na casa no sitio dos meus avôs em Sorocaba, Alem dos meus avós tinha os filhos dos caseiros que são bem legais, e naquele ano nada de diferente iria acontecer, Papai já estava a caminho para me levar para lá.
A viajem foi tranquila, meu pai que era caminhoneiro teve que fazer um breve desvio para entregar uma mercadoria mas nada que atrapalhasse a viagem, chegamos no sitio já era pra lá de 18:00 e estava começando a escurecer. Ao chegar no sitio a minha alegria de ver meus avós fez com que eu esquecesse o barro que estava no chão e apenas sai correndo para beijar eles, e mais alegre ainda fiquei quando vi meus primos lá também. Minha avó era um amor e já falou que ia fazer bolinhos de chuva para as crianças, eu e meus primos saímos para brincar, andamos por todos os lugares, vimos os porcos, galinhas, sentimos o cheiro da grama e deitamos para ver a imensidão de estrelas no céu.
No outro dia, após o café da manhã papai se despediu e falou que voltava dali uma semana para me buscar, e meu avô pegou carona com ele para a cidade que não era muito distante dali.
Meus primos e eu saímos para brincar em uma estradinha de barro onde os cabelos e vacas passavam para pastar, e la chegando um velha se aproximava, era completamente maltrapilha, se for julgar por rugas ela teria pelo menos uns 100 anos, em uma piada de Mal gosto meu primo falou que era igual a bruxa da branca de neve, ela chegou e por ser uma velha muito estranha eu estava com medo, mas logo ele passou quando a velha se mostrou uma mulher de bom coração que precisava de ajuda, com a voz sofrida ela falou,
“Ola meus amigos, podem me dar um pouco de leite?”
Meu primo Jeremias pegou uma garrafa de leite na casa e deu para ela, afinal tinha muitas vagas ali um galão de leite não fará falta.
foi ai que ela nos surpreendeu, ela disse.
“Por favor poderiam me dar um pouco de fumo?”
Como não avia ninguém mais velho de 11 anos ali, não tínhamos fumo, então a resposta foi não.
Ela surtou em dizer uma palavras estranhas e minha prima Diana para brincar começou a repetir elas, e a velha se virou e foi embora sem agradecer pelo leite.
Como um acordo aquela Historia nunca ia chegar ao ouvido dos adultos, afinal não tinha o porque contar.
Depois do almoço vovó e vovô foram tirar uma soneca e voltamos para o quintal brincar, Após uma hora ao longe de formava a silueta da velha, com medo porem curiosa tomei a frente e corri em direção a mulher.
Ela deu uma risada grotesca e sumiu voltamos a brincar então, foi quando minha prima que tinha zuado com a senhora encontrou a pior coisa que poderia ver na vida, la estava embrulhado em um saco feito de folha de banana uma bebé morto, já em estado de decomposição. Com um grito dos corremos em direção a casa para chamar o vovó e a vovô, e quando voltamos para o local, a criança não estava mais lá, muito curioso, posso jurar que lembro até hoje o cheiro do bebê.
Ficamos quietos o resto do dia, até que a noite vovó fez um fogueira e começamos a contar historias de terror.
“Hoje vou contar a Historia da velha Matinta.
Ela era uma jovem famosa que morava em um barraco, apesar de pobre de dinheiro seu interior era nobre. Fora obrigada a casar com um homem nojento, que sempre brigava por ela fumar muito tabaco e não cumprir o horário da janta, sempre que um homem passava por perto e olhava para ela, ele cortava um tufo de seu cabelo.cabelo. Matinta estava grávida e tudo que mais queria era a felicidade de seu filho.
Em um dia em pleno ataque de raiva de seu marido, a faca estava próxima e 18 vezes ela fora atingida, segundo o marido foi sem querer, Mas graças a forças destintas a mulher não morreu, mas infelizmente perdera seu amado filho, e fora amaldiçoada, Durante o dia era uma velha nojenta, e a noite uma linda coruja que piava para passar a maldição para o próximo, torça com todas as forças para não escutar um piado a noite.
Fui dormir aquela noite pensativa, e percebi que não era apenas eu, apesar de ser apenas uma historia estava abalado com o acontecimento do dia, eu sei que aquele bebê era real.
Quando eu estava quase pegando no sono, lá vinha o barulho que acabaria com a paz da noite, um piado soava no quarto e de medo urinei nas calças.
Meu primo Jeremias gritou, “CADE A DIANA?”.
Ela estava ali do meu lado até 5 minutos atrás, ninguém nem cogitou a ideia de chamar o vovó pois ele diria que e fruto de nossa imaginação.
Diana foi achada no lago do sitio, todos pensam que ela se afogou, porem eu e meus primos sabemos qual é a verdade.
Gosto de pensar que isso é apenas uma historia que meus avôs me contavam quando eu ia passar a noite na casa deles. Na verdade ficaria muito feliz se fosse isso.
Sempre amei as férias de verão para pode passar na casa no sitio dos meus avôs em Sorocaba, Alem dos meus avós tinha os filhos dos caseiros que são bem legais, e naquele ano nada de diferente iria acontecer, Papai já estava a caminho para me levar para lá.
A viajem foi tranquila, meu pai que era caminhoneiro teve que fazer um breve desvio para entregar uma mercadoria mas nada que atrapalhasse a viagem, chegamos no sitio já era pra lá de 18:00 e estava começando a escurecer. Ao chegar no sitio a minha alegria de ver meus avós fez com que eu esquecesse o barro que estava no chão e apenas sai correndo para beijar eles, e mais alegre ainda fiquei quando vi meus primos lá também. Minha avó era um amor e já falou que ia fazer bolinhos de chuva para as crianças, eu e meus primos saímos para brincar, andamos por todos os lugares, vimos os porcos, galinhas, sentimos o cheiro da grama e deitamos para ver a imensidão de estrelas no céu.
No outro dia, após o café da manhã papai se despediu e falou que voltava dali uma semana para me buscar, e meu avô pegou carona com ele para a cidade que não era muito distante dali.
Meus primos e eu saímos para brincar em uma estradinha de barro onde os cabelos e vacas passavam para pastar, e la chegando um velha se aproximava, era completamente maltrapilha, se for julgar por rugas ela teria pelo menos uns 100 anos, em uma piada de Mal gosto meu primo falou que era igual a bruxa da branca de neve, ela chegou e por ser uma velha muito estranha eu estava com medo, mas logo ele passou quando a velha se mostrou uma mulher de bom coração que precisava de ajuda, com a voz sofrida ela falou,
“Ola meus amigos, podem me dar um pouco de leite?”
Meu primo Jeremias pegou uma garrafa de leite na casa e deu para ela, afinal tinha muitas vagas ali um galão de leite não fará falta.
foi ai que ela nos surpreendeu, ela disse.
“Por favor poderiam me dar um pouco de fumo?”
Como não avia ninguém mais velho de 11 anos ali, não tínhamos fumo, então a resposta foi não.
Ela surtou em dizer uma palavras estranhas e minha prima Diana para brincar começou a repetir elas, e a velha se virou e foi embora sem agradecer pelo leite.
Como um acordo aquela Historia nunca ia chegar ao ouvido dos adultos, afinal não tinha o porque contar.
Depois do almoço vovó e vovô foram tirar uma soneca e voltamos para o quintal brincar, Após uma hora ao longe de formava a silueta da velha, com medo porem curiosa tomei a frente e corri em direção a mulher.
Ela deu uma risada grotesca e sumiu voltamos a brincar então, foi quando minha prima que tinha zuado com a senhora encontrou a pior coisa que poderia ver na vida, la estava embrulhado em um saco feito de folha de banana uma bebé morto, já em estado de decomposição. Com um grito dos corremos em direção a casa para chamar o vovó e a vovô, e quando voltamos para o local, a criança não estava mais lá, muito curioso, posso jurar que lembro até hoje o cheiro do bebê.
Ficamos quietos o resto do dia, até que a noite vovó fez um fogueira e começamos a contar historias de terror.
“Hoje vou contar a Historia da velha Matinta.
Ela era uma jovem famosa que morava em um barraco, apesar de pobre de dinheiro seu interior era nobre. Fora obrigada a casar com um homem nojento, que sempre brigava por ela fumar muito tabaco e não cumprir o horário da janta, sempre que um homem passava por perto e olhava para ela, ele cortava um tufo de seu cabelo.cabelo. Matinta estava grávida e tudo que mais queria era a felicidade de seu filho.
Em um dia em pleno ataque de raiva de seu marido, a faca estava próxima e 18 vezes ela fora atingida, segundo o marido foi sem querer, Mas graças a forças destintas a mulher não morreu, mas infelizmente perdera seu amado filho, e fora amaldiçoada, Durante o dia era uma velha nojenta, e a noite uma linda coruja que piava para passar a maldição para o próximo, torça com todas as forças para não escutar um piado a noite.
Fui dormir aquela noite pensativa, e percebi que não era apenas eu, apesar de ser apenas uma historia estava abalado com o acontecimento do dia, eu sei que aquele bebê era real.
Quando eu estava quase pegando no sono, lá vinha o barulho que acabaria com a paz da noite, um piado soava no quarto e de medo urinei nas calças.
Meu primo Jeremias gritou, “CADE A DIANA?”.
Ela estava ali do meu lado até 5 minutos atrás, ninguém nem cogitou a ideia de chamar o vovó pois ele diria que e fruto de nossa imaginação.
Diana foi achada no lago do sitio, todos pensam que ela se afogou, porem eu e meus primos sabemos qual é a verdade.

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